REDES DE APRENDIZAGEM
ATIVIDADE 3.3
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sábado, 7 de junho de 2014
REDES DE APRENDIZAGEM
Histórico da relação
escola-comunidade.
A
tendência para as relações estabelecidas entre a escola e comunidade, volta-se
geralmente para uma relação de fora para dentro, ou seja, a escola busca ajuda
na comunidade para resolver problemas internos. Por exemplo, arrecadação de
doações no comércio para a realização de rifas para a arrecadação de verbas e
manutenção da escola, realização de festas juninas ou outras com o mesmo fim.
Há
também o trabalho interno, no qual professores desenvolvem projetos e expões os
resultados para os alunos de todas as salas no pátio e nos corredores. Temos
então cartazes informativos de pesquisas realizadas, exposição de obras
produzidas pelos alunos em artes. A professora de história realiza um projeto
de cartas em garrafas que explicam a descoberta
do novo mundo pelos exploradores do século XVI, as professoras de língua
portuguesa exploram a produção artística das vanguardas europeias e do
modernismo com a confecção de telas, entre outras.
Em
2013, esses trabalhos foram expostos no “Dia da família na escola do filho” na
tentativa de envolver os pais nos trabalhos que a escola estava realizando. Foi
por ocasião desse evento que a escola procurou profissionais externos que
pudessem atender a comunidade, foi oferecido manicure, corte de cabelo,
divulgação de cursos de escolas da região, exposição de trabalhos dos alunos,
mas a presença foi mínima.
Buscando
informações de colegas que já estão na escola há mais tempo, descobrimos que a
escola já realizou atividades de arrecadação e visita à instituições de ajuda
social. No entanto, percebemos que essas ações dependem de pessoas que atuam
nesta esfera e encaminham projetos neste sentido.
Neste
ano, um grupo de segundo ano se mobilizou e solicitou à direção a possibilidade
de desenvolver uma ação de arrecadação de roupas para os haitianos que chegaram
em São Paulo de maneira tão precária. O grupo distribuiu caixas de arrecadação
pela escola, e conseguiram arrecadar algumas coisas
Por outro
lado, conversando com os alunos percebemos que muitos alunos realizam trabalhos
voluntários em suas comunidades: participam de ações nas igrejas que
frequentam, apresentam encenações teatrais em projetos coletivos; dão aulas de
música (violão), dança, entre outras coisas.
Percebemos,
portanto, que a escola tem um enorme potencial para desenvolver trabalhos
voluntários em instituições que atendem, por exemplo, idosos e crianças na
região, oferecendo um dia diferente com encenações, música, leitura.
Precisamos, no entanto, discutir com os membros da escola esta possibilidade e
criar um projeto de envolvimento dos vários segmentos que compõem a escola.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
REDES DE APRENDIZAGEM
ATIVIDADE 3.1
Até hoje estudo com a televisão ligada. Não vejo problema na utilização de aparelhos celulares em sala de aula. Permito que os educandos utilizem, não apenas como material de pesquisa, mas inclusive como lazer quando acabam uma atividade e/ou se comportam de forma adequada em sala de aula, como se fosse um prêmio.
Não vejo problemas em pedir que os alunos usem o celular ligado na web, pois sempre temos, no mínimo, uns quatro alunos em sala de aula com acesso, eles compartilham e as coisas acontecem.
Passamos o filme, “Todos queremos ser jovens”, na escola durante a reunião pedagógica semanal e discutimos sobre ele, o que nos levou a pensar no PROEMI... Enquanto assistíamos ao filme, a primeira coisa para a qual atentei foi o sinal de concordância dos colegas, o que deu certa legitimidade à posterior conversa que tivemos. Outro ponto a ser destacado é que na semana anterior havia sido colado na sala dos professores um texto que debatia autoridade, liderança e confiança, enfim, coisas que devem ser conquistadas e não impostas e no filme uma das frases é justamente nesse sentido, que a hierarquia está enfraquecendo nos ambientes de trabalho e tem gestores que não percebem nenhuma dessas coisas... Depois o debate aconteceu no sentido de que deveríamos pensar um plano dentro do PROEMI para a melhoria da infraestrutura do auditório para dessa forma sanarmos esse hiato que aconteceu entre as escolas da rede pública e o desenvolvimento da tecnologia.
Não apenas jovens, mas todos que foram "presos" ao mundo virtual vivem uma espécie de isolamento. De qualquer forma, devemos lembrar, que o isolamento não acontece apenas nos dias atuais e, nem ao menos, apenas no mundo virtual
Os alunos sabem como usar a tecnologia para seu lazer e inclusive para que aconteça de forma efetiva seu processo de aprendizagem. O que se faz necessário: os professores saberem dar um norte para seus educandos. Ao pensar sobre os benefícios na utilização das TICs, insisto que são inerentes aos de se viver em sociedade. Riscos?! Todos os de se viver em sociedade. São os "novos tempos". Devemos apenas nos adequar...
Tendo bem planejado o uso das TICs em sala de aula, todos objetivos poderão ser alcançados. Não há proibição para que se efetive a aprendizagem, portanto não há como se impedir, por exemplo, um aluno em sala de aula pesquisando algum conteúdo curricular em seu aparelho celular.
REDES DE APRENDIZAGEM
ATIVIDADE 1.5
ATIVIDADE 1.5
Minha postura frente ao erro é tentar o acerto. Encaro o erro com bom humor e como natural nos mais diversos processos, não só de aprendizagem, mas em um âmbito maior, no processo de nossas vidas estamos, muitas vezes, fadados ao erro, isso é natural. Grande parte do desenvolvimento do ser humano se dá através da busca pelo acerto.
O erro do aluno é inerente aos jovens, haja vista estarem em um processo de socialização e aprendizagem, pelos quais o desconhecimento, em diversas situações, são seu ponto de partida. O professor deve partir do engano de seu educando para uma explicação em que contextualizando o que ele quer que seja apreendido faça algum sentido para o jovem.
Todos os equívocos devem ser vistos como um estímulo para o avanço no processo de ensino-aprendizagem dos alunos, através de pesquisas e novas formas de explanação do conteúdo abordado e não compreendido.
No caso de um erro meu, ou mesmo um desconhecimento acerca de qualquer tema, coloco-me, não como um oráculo, detentora de toda sabedoria e conhecimento, mas coloco-me como um ser humano que ensina o que sabe e estuda, pesquisa aquilo que não sabe e se faz necessário em determinados momentos.
Em muitas ocasiões quando surgem informações e opiniões divergentes, elas são bem aceitas, pois suscitam debates interessantes e ricos. O consenso não é necessário, nem possível, mas o debate e o respeito pela opinião do outro devem ser mantidos.
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ATIVIDADE 1.4
É muito interessante a proposta de discutir a influência que a televisão exerce hoje nos jovens, haja vista que diminuiu muito esse poder de persuasão dessa forma de mídia, o que realmente está estabelecendo novos comportamentos nesse público são os joguinhos de computador, as diversas redes sociais nas quais estão inseridos, enfim, tudo que há web.
Essas mudanças causam, às vezes, situações constrangedoras, isso para amenizar situações de total incompreensão dos pais, que geram até discussões e brigas entre os mais velhos e seus filhos. inclusive, acontece muitas vezes o mesmo entre professores e alunos.
Essas mudanças são novidades para todos, mas os mais velhos, às vezes, com certo grau de receio e de resistência, vêem em tudo isso muita "modernidade para o gosto deles". Essas transformações devem ser entendidas como algo natural, haja vista que a sociedade é algo que está em constante transformação, consequentemente tudo que há nela, seres humanos, tecnologia... também devem estar mudando de acordo com essas modificações.
REDES DE APRENDIZAGEM
A comparação mais óbvia que se pode estabelecer na elaboração de ações/trabalhos com as influências/mudanças, é em relação às TICs, claro. Em outra "época", uma pesquisa era realizada em livros, enciclopédias, dicionários; enquanto na atualidade, o Google e a Wikipédia são os "pais" de grande parte dos trabalhos escolares.
No cotidiano das pessoas, por exemplo, em uma ida ao supermercado, a maior parte das pessoas simplesmente fazem suas compras, ao chegarem ao caixa, depois de passarem as mercadorias, esperam a atendente do caixa dizer-lhes o valor da compra, sacam seus cartões de débito, crédito e/ou alimentação e pagam o devido, quando pagam em dinheiro esperam ver o quanto devem receber de troco na tela do computador da trabalhadora. Essas pessoas geralmente são mais maduras no que concerne à idade.
Os jovens tem uma relação diferente. Através de seus aparelhos de telefonia móvel, durante a compra, já conseguem visualizar não apenas preço, mas inclusive, a origem do produto, data de "colheita" dos produtos orgânicos, nome do produtor... comparam preços, enfim, hoje até o pagamento já pode ser efetuado através de smartphones.
Quanto às tarefas escolares, como dito anteriormente, é "tudo" feito através de alguns poucos cliques no teclado de um computador e/ou mesmo de um aparelho celular.
As fontes apontadas nos trabalhos escolares são endereços de sites e blogs, o que é bastante interessante, pois demonstra que os educandos já utilizam as TICs como ferramenta de estudo e pesquisa, além de fonte de lazer e relacionamento, enquanto seus professores ainda fazem cursos para se adequarem e se adaptarem aos novos tempos, tempos nem melhores, nem piores, esses novos tempos são apenas tempos diferentes.
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ATIVIDADE 1.2
ATIVIDADE 1.2
A reflexão que se faz sobre as redes online, a partir de Preece (2005), é a importância que se deve dar ao comportamento dos usuários, pois dessa forma é possível observar como as relações acontecem. Enfim, fica perceptível na prática a observância dos objetivos e vínculos estabelecidos nas diversas redes sociais, principalmente, no caso do educador, em relação aos seus educandos. Daí, faz-se premente, a construção de comunidades virtuais pelo docente.
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